XIII Forum de SaudeO Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva – Mestrado e Doutorado da UFAC, aprovado pela CAPES e em consórcio com a FIOCRUZ, juntamente com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Núcleo de Estudos, Eventos, Pesquisas e Extensão em Saúde e Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, ambas da UFAC, em co-promoção com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, a Secretaria de Saúde do Estado do Acre e Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco e demais parceiros, têm a grata satisfação de promover o XIII FÓRUM INTERNACIONAL EM SAÚDE: SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO NA AMAZÔNIA OCIDENTAL e V FÓRUM DE SAÚDE COLETIVA DO ESTADO DO ACRE, a realizarem-se no período de 20 a 23 de setembro de 2016, na Universidade Federal do Acre, oportunidade em que estarão participando Autoridades Nacionais e Internacionais do Sistema de Saúde,  Centros, Institutos de Pesquisas, Grupos de Pesquisas, Conselho Federal e Regional de Classe, Secretarias Estadual e Municipais de Saúde da Amazônia Ocidental, Parlamentares, Pesquisadores, Prestadores de Serviços, Docentes, Técnicos, Alunos de Graduação, de Pós-Graduação, Organizações Governamentais e Não-Governamentais e comunidade em geral dos Estados da Região Norte, países da Amazônia Ocidental (Peru e Bolívia), envolvidos com a temática saúde e segurança no trabalho, como forma contribuírem com o conhecimento e o desenvolvimento na tema na Amazônia Ocidental.

Os eventos serão realizados com Mesas Redondas, com apresentações de temáticas por conferencistas e abertura de questionamentos por parte dos participantes.  Além disso, será aberto espaço para divulgação de trabalhos científicos, relatos de experiências na forma de Pôster e montagem de Stand’s de patrocinadores, os quais em muito contribuirão com a programação.

Para mais informações como: as normas dos banners, inscrição e programação, acesse o seguinte link:

http://www.ufac.br/portal/forumsaude

Fonte: Assessoria de Comunicação da Universidade Federal do Acre

imagemA diversidade dos processos de aprendizagem e desenvolvimento humano será debatida no 1º seminário sobre medicalização na educação no Estado do Acre, nos dias 8 e 9 de setembro, no anfiteatro Garibaldi Brasil da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Organizado pelo curso de Psicologia, o evento pretende reunir docentes e discentes de áreas da saúde e da pedagogia, além de representantes da educação do Estado e do município, e pais para discutir alternativas para conter o avanço da chamada medicalização na escola.

“O que nós vemos, hoje, é a banalização do diagnóstico. A criança apresenta uma dificuldade de aprendizagem e, muitas vezes, por falta de conhecimento, apressa-se em aplicar um diagnóstico, por vezes equivocado e que trará consequências negativas para o desenvolvimento dessa criança”, diz a coordenadora do evento, professora Vânia Damasceno. “Não queremos culpabilizar ninguém, mas é preciso refletir se o problema é de aprendizagem ou de escolarização. É preciso repensar o papel de cada um na escola. Esse é o mote do seminário.”

A programação contará com conferências, mesas-redondas e debates. A conferência de abertura será com a professora da Universidade de São Paulo (USP) e presidente eleita da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, Marilene Proença, que trará o tema “Políticas públicas e medicalização na educação”.

Também participarão da programação do evento, como professoras convidadas, Silvia Maria Cintra, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e Iracema Tada, da Universidade Federal de Rondônia (Unir). Como parte da programação, o seminário englobará o fórum sobre a medicalização da educação e da sociedade em Rondônia e no Acre.

O 1º seminário sobre medicalização na educação no Estado do Acre será aberto ao público, mas terá vagas limitadas. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição, via internet, com nome, RG, CPF, instituição e categoria. O credenciamento é gratuito. A organização estima um público de 200 pessoas. O evento é uma realização da Ufac em parceria com o Instituto Federal do Acre (Ifac).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Universidade Federal do Acre

fotozikaA Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, divulgou na terça-feira, 23, o 20º Boletim Epidemiológico da Dengue, Zika vírus e Chikungunya. Os estudos mostram que as notificações dos casos das doenças vêm diminuindo no estado.

Segundo a publicação, em 2016, na semana epidemiológica 1 a 32, foram notificados 8.198 casos suspeitos de dengue. Destes, 1.100 foram confirmados, 5.839 descartados, 251 estão em investigação aguardando confirmação ou descarte e 1.008 foram encerrados como inconclusivos por terem excedido o tempo oportuno de encerramento (60 dias). Até o momento, não há registro de óbitos por dengue.

No mesmo período de 2015 foram notificados 11.749 casos; destes, 4.662 foram confirmados, 6.453 descartados e 634 foram encerrados como inconclusivos.

De acordo com a gerente de Vigilância Epidemiológica da Sesacre, Eliane Costa, comparando os casos notificados de dengue no estado, por semana epidemiológica nos anos de 2015 e 2016, a semana epidemiológica 6/2016 apresentou maior número de casos 662. “No mesmo período do ano anterior, o maior número de casos ocorreu na semana epidemiológica 3/2015, com 947 casos”, informou.

Febre Chikungunya

Com relação aos casos de febre Chikungunya notificados em residentes de Rio Branco, em 2015, as investigações evidenciaram tratar-se de casos importados (considerando que os pacientes haviam viajado para áreas com circulação do vírus), primeiros casos autóctones (na região) foram confirmados somente em 2016.

Eliane Costa explica que no período de janeiro a 16 de agosto de 2016 (semana epidemiológica 1 a 32) foram notificados 1.013 casos suspeitos de febre de Chikungunya no Acre. Sendo Rio Branco a cidade que registrou maior incidência, 748 casos. “No mesmo período do ano anterior, na capital, foram registrados quatro casos de febre Chikungunya”, esclareceu.

Zika vírus

De acordo com o Boletim Epidemiológico desta semana, de janeiro a de agosto foram notificados 1.416 casos suspeitos de infecção por Zika vírus, no Acre. Destes casos, 473 amostras biológicas foram encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e um ao laboratório Labco Noûs (laboratório internacional de análises especiais e avançadas), para diagnóstico.

“Os resultados estão assim distribuídos: 24 positivos, 23 negativos e 427 aguardando análise. Os municípios que apresentam casos positivos são Rio Branco, com 24 casos e Jordão com um caso. Contudo, neste caso do Jordão estamos aguardando o resultado da entomologia, que verifica se o vetor está presente no município, porque o paciente pode ter contraído em outro local”, explica a gerente da Vigilância Epidemiológica.

Microcefalia e/ou alterações do Sistema Nervoso Central

Em 2015, a Vigilância Epidemiológica iniciou o monitoramento de nascimento de crianças com microcefalia, tendo em vista que no país registrou-se casos correlacionados ao Zika vírus.

Desde o início do monitoramento, em 2015, foram notificados 11 casos. Em 2016, a Sesacre notificou 34 casos. Desses 45 casos, 41 são de pessoas residentes no Acre, três de Rondônia e uma no Amazonas. A Vigilância ressalta que as investigações dos casos importados (de outros estados) são de responsabilidade do estado de origem.

Segundo o Boletim, dos 41 casos residentes no estado, 30 casos foram descartados por investigação clínica – epidemiológica e/ou laboratorial, nove estão sob investigação e dois foram confirmados. Dos casos descartados 22 são de Rio Branco, um de Feijó, um de Tarauacá, dois de Porto Acre, um de Epitaciolândia, um de Cruzeiro do Sul e dois de Sena Madureira.

“Dos casos confirmados, um apresentou microcefalia com alterações do sistema nervoso central relacionado ao vírus Zika e foi a óbito e, um caso com microcefalia e alterações do sistema nervoso central relacionado à infecção por toxoplasmose. Os casos confirmados foram de Rio Branco”, destaca o informe oficial.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

tudo-sobre-cancer-do-colo-do-utero1Para atualizar os profissionais sobre as novas diretrizes clínicas para o controle do câncer do colo do útero e de mama, o Departamento de Atenção Primária, Políticas e Programas Estratégicos (DAPE) da Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre) promove de 22 a 24 deste mês uma capacitação com enfermeiros e médicos da região do Juruá.

“A capacitação visa subsidiar os profissionais da saúde em suas práticas assistenciais e dar apoio aos gestores na tomada de decisão em relação à organização e estruturação da linha de cuidado da mulher com câncer do colo do útero”, explica Argentina Vieira, técnica da Divisão de Doenças Crônicas.

O evento será no auditório do Ministério Público do Acre, em Cruzeiro do Sul, em parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac) e a Secretaria de Saúde de Cruzeiro do Sul. Nesta segunda-feira, 22, a ação é realizada no período da tarde, e nos dias seguintes será em período integral.

Maria Susana Barbosa, professora da Ufac, irá palestrar sobre as estratégias de detecção precoce de câncer que visa o diagnóstico de casos de câncer em fase inicial, podendo ter como resultado melhor prognóstico e menor morbidade associada ao tratamento.

No caso do câncer de mama, a detecção consiste em ações de diagnóstico precoce e rastreamento.

A palestra sobre a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer será ministrada pela professora Clisângela Lago Santos, também da Ufac, tendo como base nas novas diretrizes brasileiras para rastreamento do câncer de colo de útero.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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saudeacIncentivo para melhoria dos serviços é repassado a aproximadamente 4.900 municípios de todos os estados brasileiros. Montante beneficia mais de 45 mil equipes de saúde.

Municípios do Acre contam com mais R$ 249 mil para a qualificação dos seus serviços e de equipes de saúde na Atenção Básica. O Ministério da Saúde liberou esse montante a 20 cidades credenciadas ao Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Em todo o Brasil, o repasse foi de R$ 133 milhões a 4.881 municípios. As transferências foram feitas na quarta-feira, 27 de julho.

O Ministério da Saúde define o incentivo aos municípios com base em avaliações próprias e de usuários sobre os serviços oferecidos pelas equipes e unidades de saúde. Além disso, a projeção considera os perfis sociais, econômicos e culturais de cada localidade, acrescidos ainda pelos recursos das equipes de Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde.

A Atenção Básica é considerada a porta de entrada dos serviços de saúde, sendo capaz de resolver cerca de 80% dos problemas da população, reduzindo a necessidade de procedimentos mais complexos e da hospitalização. A qualificação dos profissionais de saúde é uma ferramenta estratégica para fortalecer esses princípios da Atenção Básica e aperfeiçoar os atendimentos.

O PMAQ-AB é um incentivo aos gestores e equipes de atendimento para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população na Atenção Básica. Os municípios credenciados devem promover um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde. O programa eleva o repasse de recursos do incentivo federal para os municípios participantes que atingirem melhora no padrão de qualidade do atendimento.

O repasse de R$ 133 milhões alcança 45.880 equipes de saúde, sendo 28.177 de Saúde da Família (ESF), 16.067 de Saúde Bucal (SB) e 1.636 de Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Ao todo, há atualmente 71.568 equipes em 5.489 municípios brasileiros.

MUNICÍPIOS VALOR EM REAIS
Acrelândia 13.500,00
Assis Brasil 784,23
Brasiléia 14.400,00
Bujari 5.000,00
Capixaba 784,23
Cruzeiro do Sul 46.600,00
Epitaciolândia 3.900,00
Feijó 2.200,00
Jordão 3.900,00
Mâncio Lima 6.800,00
Marechal Thaumaturgo 5.600,00
Plácido de Castro 47.000,00
Porto Walter 1.700,00
Rio Branco 39.400,00
Rodrigues Alves 2.800,00
Senador Guiomard 2.200,00
Sena Madureira 19.600,00
Tarauacá 17.600,00
Xapuri 3.900,00
Porto Acre 11.500,00
TOTAL 249.168,47

Fonte: Por Diogo Caixote, da Agência Saúde

guiaacsO Guia tem objetivo de instrumentalizar as equipes de saúde em relação à saúde masculina e busca subsidiar o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Baixe aqui: http://bit.ly/2aEIyzq

Fonte: Ministério da Saúde

A equipe do Telessaúde – Acre participou na última quarta-feira (10) da “IV Mostra de Experiências Exitosas da Secretaria Municipal de Saúde”, o evento objetiva premiar os projetos dos profissionais da saúde de Rio Branco que abordam temas relevantes a atenção primária.

Na oportunidade, a Coordenadora de Campo Caroline Oliveira, expôs aos profissionais da atenção básica do SUS o trabalho realizado pelo programa no Estado, entre eles o desenvolvimento da Tele-educação que conta com um projeto de título “Telessaúde na escola”, e visa estabelecer educação em saúde no ambiente escolar.

Em seguida, a coordenadora apresentou o site do programa aos presentes e salientou a importância do cadastramento de todos os profissionais de saúde na plataforma nacional. O cadastro será realizado pela equipe de campo nas unidades de saúde e o acesso a plataforma pode ser feito através de um link anexado no nosso site, o que possibilita a utilização dos recursos oferecidos pelo Telessaúde.

A coleção de Segunda Opinião Formativa (SOF) é resultado da colaboração dos Núcleos de Telessaúde a partir de teleconsultorias atendidas no âmbito do Programa Telessaúde Brasil Redes. A coleção de mais de 1000 SOF está disponível para acesso na BVS de Atenção Primária à Saúde (BVS APS), representando perguntas de 14 categorias de profissionais da saúde está classificada por áreas temáticas e foi produzida por 9 Núcleos de Telessaúde.

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Além dessa boa notícia, queremos divulgar os números da enquete respondida pelos usuários sobre a utilidade das SOF, após 1 ano de implementada. No período de agosto de 2015 a julho de 2016, foram registrados 661 votos para 271 SOF, dos quais 81% foram votos de “muito útil” para 235 SOF! Parabéns e muito obrigada aos teleconsultores dos 9 Núcleos de Telessaúde que colaboram para a atualização desta importante e diferenciada fonte de informação da APS.

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Lista das Top 10 SOF:

  1. O que significa citólise no resultado do exame de Papanicolau (CP de colo do útero)?
  2. O que significa metaplasia escamosa imatura no resultado do Papanicolau (CP do colo de útero)?
  3. O que são Nódulos de Schmorl e qual sua importância clínica?
  4. Em qual tipo de feridas/úlceras está indicado o uso de papaína a 10%? Pode-se utilizá-la em úlcera isquêmica focal?
  5. O que fazer com TSH baixo e T4 livre normal?
  6. Quais são os direitos e deveres dos Agentes Comunitários de Saúde?
  7. Qual a orientação para a aplicação da mistura de insulina NPH com insulina regular?
  8. Como proceder frente a um laudo de exame citopatológico de colo de útero com metaplasia?
  9. Como é feito o tratamento de feridas com alginato de cálcio?
  10. O que é pseudo-hipertensão e como devemos realizar a manobra de Osler?

Veja também a lista completa das SOF (em pdf) que receberam votos.

Fonte: Informe preparado por Verônica Abdala, BIREME/OPAS/OMS, em 2 de agosto de 2016.

O Telessaúde é um programa nacional que presta auxílio aos profissionais da rede de Atenção Primária à Saúde para qualificar o atendimento ao usuário do SUS. Recentemente foi publicada uma tese da autora Neyla Arroyo Lara Mourão, com o título “Telessaúde à luz da bioética: subsídios para a universalidade de acesso à saúde”, no site Repositório Institucional da Universidade de Brasília.

O objetivo do estudo foi analisar as práticas desenvolvidas em telessaúde, à luz da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos (DUBDH), segundo a percepção de profissionais vinculados ao Núcleo de Telessaúde da Universidade de Pernambuco, que faz parte do Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde.

A autora também relata a necessidade da realização de novas pesquisas sobre o Telessaúde que forneçam contribuições para o desenvolvimento do programa. Abaixo segue o link da publicação:

http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/20920/1/2016_NeylaArroyoLaraMour%C3%A3o.pdf

Fonte: Assessoria de Comunicação do Telessaúde/Ac com informações do site Repositório Institucional da UnB